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Projeto de Mídia Resenha do livro 1984, de George Orwell, para a matéria de Tecnologias Contemporâneas em Comunicação e Educação da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – desenvolvido pelos alunos Daniel Gonzaga, Gabriela Petusk e Tuila Tachikawa.

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Produção de Mídia Resenha realizada por Eduardo Simões, Felipe Melo, Mateus Oliveira e Matheus Minuncio – alunos do 3º semestre de Jornalismo na UFU – sob orientação da professora Aléxia Pádua Franco, na disciplina Tecnologias Contemporâneas de Comunicação e Educação.

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Por: Beatriz Ortiz, Eduardo Simões, Luiz Gustavo Ribeiro, Maria Júlia Araújo e Marina Barquete

Diogo Moncorvo, conhecido artisticamente como Baco Exu do Blues, é um rapper nordestino que utiliza a arte aliada ao escárnio como um instrumento político e de luta. Imagine agora que Walter Benjamin vive no século XXI e é um amigo próximo de Diogo. Como seria uma conversa no WhatsApp entre os dois? Criamos o um diálogo fictício para simular isto. Mas antes, para entender melhor a história, leia a seguinte introdução:

15 de junho de 2018. Diogo Moncorvo, conhecido artisticamente como Baco Exu do Blues, anda de um lado para o outro em seu apartamento no centro de Salvador tentando em meios aos seus pensamentos ansiosos encontrar a forma certa de alcançar seu objetivo. Baco é rapper nordestino, filho de mãe professora de literatura, e é daí que vem sua paixão por poesia.

Mas a poesia não é a única paixão de Baco, ele também é apaixonado por sua cidade, Salvador, e por sua região como todo: o nordeste. Essa junção de paixões é que sustenta o seu objetivo, Baco quer por meio de sua música, democratizar o rap e a cultura nordestina, levar esse conteúdo para o resto do Brasil e dar visibilidade para sua região que muitas vezes é esquecida em um cenário em que o palco do rap brasileiro é o Rio de Janeiro e São Paulo e a cultura do sudeste recebe mais visibilidade do que a das outras.

Enquanto seus passos aflitos ecoam pelo apartamento, um pensamento permeia a mente de Baco. Mas ele se conhece, sabe que é precipitado, resolve então compartilhar sua ideia com um amigo para depois tomar qualquer decisão. Baco então busca seu telefone, procura pelos nomes salvos em seus contatos até encontrar “Walter Benjamin”, seu amigo íntimo, que ele sabe que pode ajuda-lo.

Confira o diálogo entre eles:

O número de fãs de Futebol Americano vem crescendo exponencialmente, ano após ano, tanto com torcedores de vezes americanos, quanto de vezes brasileiros. O país que revolucionou o jeito de jogar Futebol as vezes, tem 5 Copas do mundo e é um dos mais brilhantes jogos de estrelas, vem percebendo mudanças. No sotaque, na bola, nas regras e nos uniformes. Isso porque outro futebol – aquele popularizado pelos estadunidenses – vem ganhando força a cada dia no Brasil.

O esporte da bola oval pode conter uma grande quantidade de vezes nas modalidades  Bandeira Full pad –  o primeiro com uma quantidade menor de jogadores, com fitas ( bandeiras ) presas às cinturas para serem retiradas, substituindo o impacto; o segundo, com letras idênticas ao Futebol Americano jogado nos EUA.

A principal competição nacional é o  Futebol Americano , juntando-se ao Torneio  Touchdown  e à Superliga Nacional. O campeonato é mencionado em conferências – Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Sudeste – e é composto por 32 vezes, totalizando aproximadamente 3 mil vôos ativos. Além disso, existe também uma  Liga Nacional de Futebol  Americano, que é dividida em duas conferências: Conferência Brasileira e Conferencia Nacional. Ao todo, 43 vezes participaram da Liga, das regiões Norte, Sul, Sudeste e Centro-Oeste em 2018.

Entretanto, é claro que não é positivo que entra na análise do cenário do esporte no Brasil. O  Futebol  ainda tem um caminho a percorrer em várias funções, como a profissionalização do esporte, a infraestrutura para a realização de jogos e amadurecimento da prática. Embora tudo seja um futuro promissor, apenas alguns problemas são superados.

Um dos esforços para uma profissionalização do Futebol Americano é uma falta de patrocínios. Os deslocamentos com materiais esportivos e de equipamentos de proteção são, muitas vezes, fora da realidade de muitos brasileiros; o que acaba de fazer com que o se percam no caminho.

Talyson Bisneto, ex-jogador do São José e do Timbó Rex, e atualmente no Manaus Broncos, aponta uma falta de liderança nas competições nacionais, tendo ao mesmo tempo o Amador do Futebol Americano como uma das maiores dificuldades para a prática da modalidade no Brasil.

“Os principais desafios são o esporte e os campeonatos divididos. Além disso, alguns tempos estão no amadorismo e outros mais perto do profissional. A falta de pestanejar e o preço dos recursos também são dificuldades. A gente tem que correr atrás ”,  afirma o jogador.

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Talyson Bisneto jogando pelo Timbó-Rex. Foto do acervo pessoal do jogador.

Talyson (27) vai jogar a Liga Nacional em 2018 com o  Manaus Broncos . Para o mesmo, é uma oportunidade de trazer prestígio para a carreira profissional, além de ser uma boa vencedora para uma vaga na seleção brasileira .

O jogo de poder usar a Arena da Amazônia – legado da Copa do Mundo de 2014 – é de suma importância para o crescimento tanto regional, quanto nacional do Futebol Americano amazonense. “A arena, como as leis do incentivo ao esporte, trazem muitas senhas para que patrocinadores investissem nos times. Times de futebol também foram acreditados na medida que o esporte vem tomando ”, completa o jogador.

Futuro do Futebol Americano e a  NFL  no Brasil

No futuro, os tempos de futebol americano têm investido na formação de jogadores, o que beneficia o esporte no cenário nacional e contribui, e muito, para uma formação de atletas. A Confederação Brasileira de Futebol Americano (CBFA) realiza, inclusive, torneios de categorias de base nas modalidades  bandeira  e  full pad , como o Torneio Nacional de Seleções sub-19 e o Campeonato Brasileiro sub-16.

João Henrique Mendes, wide receiver do Uberlândia Lobos é um desses exemplos. O jogador é uma grande promessa do time mineiro e vem se destacando na região. João foi chamado para participar da Seleção Mineira sub-19 e chegou com o time à final do Torneio Nacional, onde enfrentará a Seleção Paranaense. Além da participação de João, o Lobos também tem seu mais recente ex-técnico principal, Lener Fernandes, como responsável por recrutar grandes talentos durante o Torneio para a formação da seleção brasileira sub-19.

Para entender de maneira mais próxima o dia a dia e as perspectivas do futuro para o Football no Brasil, acompanhe com João Henrique, do Lobos, o vídeo que mostra a importância do esporte e o impacto na vida dos atletas, assim como as oportunidades que ele traz aos novos talentos brasileiros.

[vídeo]

A NFL, observando o crescimento de fãs no território nacional, o desenvolvimento dos times e a oportunidade de expandir sua marca para mais um mercado com grande potencial, observa com bons olhos a chance de realizar jogos no Brasil. Isso faria com que não só o Futebol Americano se consolidasse cada vez mais, como também traria a possibilidade de investimentos de estadunidenses no esporte nas terras tupiniquins.

Buscando discutir essas questões em torno do panorama do Football no país, projeções para o futuro e curiosidades, a equipe de reportagem realizou uma conversa com dois jogadores do Uberlândia Lobos; confira JÁ!

Fãs do Brasil aos EUA

O país, que até o início dos anos 2000 não tinha um time oficialmente organizado na modalidade full pad, conta também com uma base de fãs bem sólida. Aproveitando o legado deixado pela Copa do Mundo de Futebol de 2014, as equipes brasileiras têm utilizado os estádios modernos como atrativo e têm arrastado uma quantidade considerável de pessoas ao redor do país. A título de comparação, em 2015 Cuiabá Arsenal e Coritiba Crocodiles jogaram na Arena Pantanal para um público de 15 mil pessoas. Na época, a única partida a superar esse número havia sido Flamengo x Vasco, pelo Campeonato Brasileiro de Futebol.

Dentre os milhares de apoiadores do Futebol Americano nacional, uma torcedora se destaca. Antônia Gleice, amazonense e apaixonada pelo esporte coleciona histórias incríveis em vários cantos do país. Gleice conheceu o esporte por meio de um amigo muito próximo, torcedor do San Franciso 49ers, que apresentou não só o Football a ela, mas também a história do time da Califórnia. Desde então, Gleice passou a torcer para os 49ers e se aprofundar nesse meio. Quando perguntada sobre o modo de torcer por seu time de Soccer – o Flamengo – e seus times de Futebol Americano, ela é categórica: “Torço com mais paixão pelos times de Futebol Americano”.

A primeira vez que Gleice assistiu um jogo de Futebol Americano em um estádio foi em 2012. À ocasião, o time que ganhou seu coração foi o Manaus Cavaliers. Depois de dois anos indo aos jogos e apoiando os times de Manaus, Gleice decidiu que era hora de se aventurar. Em 2014, a amazonense partiu em uma jornada rumo ao Rio de Janeiro para assistir de perto a partida entre Flamengo FA e Vasco Patriotas. Dali para frente a paixão pelo esporte só aumentou, assim como sua popularidade no cenário nacional. Estabelecendo uma grande rede de contatos ligados ao esporte, Gleice partiu rumo a Florianópolis e passou a acompanhar de perto o São José Istepôs.

 

 

 

 

 

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Após a mudança do calor manauara para o frio catarinense, Gleice foi apresentada a mais um amor. Durante a final do Campeonato Catarinense, o Istepôs enfrentou o Timbó Rex, que foi avassalador e venceu a partida por 39 a 0. Gleice então ficou admirada com o T-Rex e passou a seguir os passos do time mais de perto.

Viajando de Florianópolis a Timbó, a torcedora acompanhou o T-Rex da fase classificatória até a conquista do título da Superliga Nacional. De volta à Manaus, Gleice comentou sobre o que viu ao longo de suas viagens. Um dos pontos citados foi a respeito da rivalidade entre os torcedores. Segundo ela, a situação é mais comum no Brasil, muito por conta da bagagem cultural do Soccer.

“A maioria dos nossos times tem algum tipo de associação com times de Futebol. Então eles trazem a rivalidade pro futebol americano, o que é ruim para um esporte que está tentando se consolidar”, afirma a torcedora.

Após conhecer times de Norte a Sul, Gleice apontou para alguns pontos que podem ser usados para melhorar o esporte no cenário nacional. Para ela, como forma de incentivo, o Estado poderia liberar os estádios e outros locais com boa estrutura para realização de jogos e treinos, além de ajudar na divulgação. O aperfeiçoamento da gestão, entretanto, seria o ponto principal para o aprimoramento e desenvolvimento dos times brasileiros. “A partir disso [gestão], procurar o aperfeiçoamento da comissão técnica e atletas, buscar parcerias e otimizar o uso das redes sociais para divulgação”, completou.

Popularidade da NFL

O país do Futebol já se configura como o segundo com mais fãs declarados do esporte da bola oval fora dos Estados Unidos. O Brasil também aparece na 4ª colocação na lista de estrangeiros que mais compraram ingressos para o Super Bowl LII – jogo que definiu o campeão da National Football League (NFL) em 2018 – de acordo com o site de revenda de ingressos StubHub.

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Por mais que o crescimento de fãs do Football seja algo fora do comum, ainda está longe de competir, em termos de popularidade, com o Soccer ou com o Vôlei, por exemplo. Isso porque o público responsável pelo “boom” do esporte é majoritariamente composto por jovens com grande contato com as redes sociais que são, consequentemente, mais suscetíveis às jogadas de marketing tanto da ESPN – emissora detentora dos direitos de transmissão do Futebol Americano no Brasil – quanto da NFL.

O número de fãs da Liga americana cresceu tão rapidamente que a NFL não mediu esforços para propagar o esporte no Brasil. De acordo com o jornal El País, a Liga fechou, durante os Playoffs de 2016, parceria com uma empresa de marketing carioca para dar aos brasileiros conteúdos personalizados e específicos em Português.

Um dos fatores responsáveis pelo sucesso da NFL no Brasil é o período em que a temporada acontece. Com as partidas de Futebol – o da bola redonda – ocorrendo às segundas, quartas, quintas, sábados e domingos, ficaria difícil para um esporte relativamente novo no país ascender com facilidade. Acontece que a temporada da NFL começa em Setembro e vai até Fevereiro, fazendo com que boa parte dela aconteça durante a pausa do Futebol no Brasil. Outro fator a ser levado em consideração é a maior facilidade no acesso às informações referentes a regras básicas do esporte, o que faz com que as pessoas entendam a dinâmica do jogo mais rapidamente e se adaptem mais facilmente.

brando, pela terceira vez, seu recorde. Anteriormente, o Super Bowl LI tinha sido o responsável pela quebra, e antes disso, o Super Bowl L.

Além do mais, a plataforma digital WatchESPN registrou o maior número de acessos únicos em um mesmo dia, também superando o recorde do ano anterior. No Twitter, a tag #SuperBowlNaESPN ficou no topo dos trending topicsdurante toda a transmissão, totalizando mais de 179 mil menções.

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Passado do Futebol Americano no Brasil

O Futebol Americano tem suas origens no Rugby, mas construiu sua identidade justamente nas divergências em relação ao esporte inglês. Nos primórdios da prática esportiva, antes das mudanças realizadas por Walter Camp – considerado o pai do Football moderno – não havia muitas regras. O número de atletas era ilimitado e uma das poucas proibições, impedia que houvesse homicídios e assassinatos como forma de levar a bola à frente. Camp inovou limitando o número de jogadores a 11 de cada lado, além de introduzir ideias como a de jardas para avanço e o sistema de descidas. Utilizando técnicas industriais de produção em massa para especialização dos jogadores em posições específicas, Camp conseguiu também deixar o esporte mais técnico, organizado e mais estruturado, parecido com o que é jogado hoje em dia.

Abaixo há um vídeo com uma das primeiras filmagens de um jogo de Futebol Americano, feita por Thomas Edison em Novembro de 1903, na cidade de New Haven, Connecticut. Na ocasião, as universidades de Yale e Princeton se enfrentaram para uma plateia de 50 mil pessoas.

As primeiras transmissões do Futebol Americano no Brasil datam de Setembro de 1969, segundo o documentário “Touchdown, a transmissão do futebol americano na TV brasileira”. Na época, a extinta TV Tupi recebeu vários trechos de jogos da temporada de 1968 da CBS, quando o radialista Walter Silva – famoso por ter “descoberto” Elis Regina e Chico Buarque – resolveu incluir os jogos em suas transmissões.

Entretanto, o esporte só veio chamar atenção de maneira efetiva na década de 1980, com Luciano do Valle na Bandeirantes. Apoiando-se nas oito horas do programa “Show do Esporte”, o famoso narrador deu espaço para diversos esportes, tais como o Football, a NBA e a Fórmula Indy.

Da Band, a NFL migrou para a Globo, onde tinha a exibição de alguns lances após o término do Fantástico. No entanto, teve uma perda progressiva de espaço na TV aberta, se estabelecendo definitivamente na ESPN na década de 1990. Com o tempo, o Brasil passou a ter um número cada vez maior de pessoas com TV por assinatura, cabendo à ESPN a tarefa de fazer com que essas pessoas se interessassem pelo esporte.

No que diz respeito à prática esportiva, por volta dos anos 2000 teve início o Carioca Bowl – Como em Super Bowl -, que era praticado nas areias do Rio de Janeiro. A competição já teve 17 edições e atraiu olhares curiosos de todas as partes, como do Linebacker do Seattle Seahawks Barkevious Mingo. Em visita à cidade maravilhosa, o jogador conheceu os Falcões, time de Football de Praia nas areias de Botafogo. Mingo gostou do que viu e acabou ajudando os jogadores com dicas e treinamentos.

A seleção brasileira, conhecida como Brasil Onças, por sua vez, teve sua primeira convocação em 2007. Na ocasião, realizou um amistoso contra o time do Uruguay Charrúas, em Montevidéo, saindo derrotada por 20×14. No entanto, o jogo seguinte foi apenas cinco anos depois, quando encarou (e venceu) o Chile Roja Furiosa, em Foz do Iguaçu, pelo placar de 33×0.

A primeira participação da seleção nacional em um campeonato mundial veio em 2015, em competição realizada em Ohio, nos Estados Unidos. O Brasil terminou o mundial com uma vitória (contra Coreia do Sul, por 28×0) e duas derrotas (contra França e Austrália, perdendo por 31×6 e 16×8).

Com uma popularização popular do Futebol Americano, produtos passaram a ser comercializados no Brasil. A marca foi ganhando espaço e consolidou-se como uma realidade no imaginário brasileiro, com o apoio de  marketing  e carisma dos narradores Everaldo Marques e Rômulo Mendonça, que conseguem, com irreverência, conquistar o público ano após ano. E assim o  futebol  vem conseguindo seu espaço no país do Futebol.

 

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Neymar Jr., jogador de futebol do time Paris Saint-Germain, mora atualmente na bela cidade de Paris, na França. Conversando com seu amigo de longa data Walter Benjamin, pensador da Escola de Frankfurt, pelo aplicativo de mensagens WhatsApp, surge o presente diálogo:

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Neste diálogo, Walter Benjamin é convidado pela curadora do museu do Louvre, para fazer parte de uma equipe com o intuito de produzir uma tour virtual pelo museu, baseado nas obras que aparecem no clipe “Apeshit” de Beyoncé e Jay-Z (The Carters).

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